Política pública • Educação • Proteção integral

Proteção digital não se improvisa. Estrutura-se.

Um programa municipal para transformar riscos digitais em governança, prevenção, primeira resposta protetiva e melhoria contínua nas escolas públicas.

14anexos demonstrativos
37instrumentos estruturados
01sistema municipal integrado
02 Por que o Programa existe

Da reação isolada à resposta institucional.

Cyberbullying, exposição de imagens, perfis falsos, deepfakes, aliciamento, fraudes e uso indevido de inteligência artificial já atravessam a rotina escolar.

O Programa organiza responsabilidades, fluxos e evidências para que cada escola saiba prevenir, acolher, registrar, preservar e encaminhar — sem investigar o que não lhe compete.

Governança

Responsabilidades claras

Papéis definidos para Secretaria, direção, professores, equipes técnicas e rede de proteção.

Proteção

Primeira resposta segura

Acolhimento e registro proporcional, com preservação de evidências e redução de revitimização.

Defensabilidade

Decisões demonstráveis

Capacitação, indicadores e rastreabilidade para comprovar implantação, uso real e melhoria.

Objetivos estratégicos

Uma política pública que funciona antes, durante e depois do incidente.

  1. 01

    Prevenir riscos por meio de educação, protocolos e formação continuada.

  2. 02

    Padronizar a primeira resposta, respeitando competências e limites da escola.

  3. 03

    Integrar educação, proteção de dados, saúde, assistência e rede de proteção.

  4. 04

    Demonstrar implantação, uso real, resultados e melhoria contínua.

03 Arquitetura do Programa

Um sistema completo.
Não um documento de gaveta.

A estrutura articula política pública, gestão de riscos, atuação escolar e evidências de efetividade em um ciclo único.

01

Fundamentos e governança

Base normativa, princípios, papéis, instâncias decisórias e plano de implantação.

02

Mapeamento de riscos

Contextos, vulnerabilidades, controles existentes e prioridades institucionais.

03

Prevenção e formação

Condutas, capacitação, comunicação com famílias e cidadania digital.

04

Primeira resposta

Acolhimento, registro, preservação, encaminhamento e comunicação protegida.

05

Dados, IA e fornecedores

Privacidade, segurança, avaliação de tecnologias e contratações responsáveis.

06

Monitoramento e melhoria

Indicadores, maturidade, auditoria, ações corretivas e aprendizado institucional.

Fluxo sistêmico

Documento implantação uso real evidência auditoria melhoria contínua

Concebido para atuação integrada

Prefeituras · Secretarias de Educação · Procuradorias · Controladorias · Direções escolares · TI · Encarregados · Rede de proteção

Luiz Felipe de Oliveira Mattos

Idealizador e responsável pelo desenvolvimento técnico

04 Idealização e desenvolvimento técnico

Experiência jurídica aplicada à proteção digital infantojuvenil.

O Programa Municipal de Proteção Digital Infantojuvenil foi idealizado e desenvolvido tecnicamente por Luiz Felipe de Oliveira Mattos, advogado especializado em Direito Digital, privacidade e proteção de dados pessoais.

Sócio fundador do Oliveira Mattos & Moraes e Silva Advogados Associados, presidiu, entre 2014 e 2024, a Comissão de Direito Digital, Privacidade e Proteção de Dados Pessoais da OAB/SP — Subseção de Santo Amaro, onde também atua como Encarregado de Proteção de Dados. É coautor e coorganizador da obra Direito Digital e Proteção de Dados Pessoais — temas em debate e possui experiência na estruturação de políticas, protocolos e modelos de governança relacionados à proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital.

O Programa resulta da integração entre Direito Digital, proteção de dados pessoais, direitos da criança e do adolescente, educação, segurança da informação e políticas públicas, com foco em respostas municipais juridicamente seguras, operacionalmente aplicáveis e institucionalmente demonstráveis.

Conhecer a trajetória e o desenvolvimento institucional
05 Perguntas frequentes

O essencial para decidir com segurança.

Respostas diretas para as principais dúvidas de gestores públicos e equipes técnicas.

O Programa substitui a atuação do Conselho Tutelar ou da polícia?+

Não. Ele organiza a prevenção e a resposta institucional da escola, define limites de atuação e estrutura os encaminhamentos à rede competente. A escola acolhe, registra e preserva; não investiga, não realiza perícia e não acessa dispositivos.

É necessário implantar todos os instrumentos de uma só vez?+

Não. A implantação pode ser progressiva e orientada por risco, maturidade e capacidade local, preservando uma arquitetura coerente e prioridades objetivas.

Como o Programa trata dados pessoais e inteligência artificial?+

Com finalidade legítima, minimização, transparência, segurança e revisão humana. Também prevê avaliação de tecnologias, fornecedores e riscos específicos para crianças e adolescentes.

O que diferencia o Programa de uma cartilha escolar?+

Seu foco é sistêmico: governança, papéis, fluxos, instrumentos, capacitação, evidências, monitoramento e melhoria contínua. A comunicação educativa é uma parte do sistema, não o sistema inteiro.

Como a efetividade pode ser demonstrada?+

Por evidências de implantação e uso real, registros proporcionais, indicadores, auditoria de maturidade, achados e planos de melhoria com responsáveis, prazos e verificação.

O Programa pode ser adaptado à realidade do Município?+

Sim. A arquitetura fornece uma base consistente, mas competências, fluxos, prioridades e cronogramas devem refletir a rede local, o porte do Município e o diagnóstico institucional.

Demonstração técnica

Veja como o Programa se traduz em decisões, fluxos e evidências.

Uma apresentação objetiva para gestores municipais, com visão da arquitetura, exemplos demonstrativos e caminhos de implantação.

O que a demonstração apresenta
  1. 01

    Diagnóstico e prioridades de implantação

  2. 02

    Fluxo de primeira resposta protetiva

  3. 03

    Estrutura dos instrumentos e anexos

  4. 04

    Indicadores, auditoria e melhoria contínua